31/12/2017

Melhores de 2017


Opa, último dia de 2017! Antes de sair pra tomar todas e dar PT, confira este pequeno balanço que fiz do ano que termina!

MÚSICA


Ano de retorno de vários medalhões gringos e, olha, eles fizeram bonito! O "estranho no ninho" é Harry Styles, egresso de uma boy band, mas que fez um bonito disco de folk pop. Ainda vamos ouvir falar muito desse moço.

Como este ano foram bem poucos os álbuns novos que escutei inteiros, limito-me a listar as melhores faixas do ano:

"For What It's Worth", Liam Gallagher
"Sign of the Times", Harry Styles
"Telefonía", Jorge Drexler

Na real, escutei bem pouca música brasileira este ano, exceto por velharias que jogava nas playlists. Há poucos dias, baixei uma, do próprio Spotify, que dá uma bela geral da cena indie brasileira. Extraí dela quase toda minha lista.

"E o Meu Peito Mais Aberto Que o Mar da Bahia", Vanguart
"Eletro Ben Dodô", Daniela Mercury
"Jovem", Supercombo + Dinho Ouro Preto
"Wilson", Biltre

Menções honrosas de anos anteriores, que só descobri em 2017:

"Are You Gonna Be My Girl?", Jet (2003)
"Because I'm Me", The Avalanches (2016)
"Live With Me", Massive Attack (2006)
"Campos Magnéticos", Gepe (2013)
"Si el Norte Fuera el Sur", Ricardo Arjona (1996)

Acontecimento do ano: honestamente, a conquista do mundo por Anitta. Chupe essa manga or die!


QUADRINHOS



O grande destaque, sem dúvida, foi a chegada ao Brasil da linha Renascimento, da DC Comics. Nem tanto pelas histórias em si, cuja qualidade oscilou bastante, mas por modificar de vez a forma como lemos quadrinhos. Quando não são títulos-solo exclusivos, os poucos mixes existentes agrupam títulos semelhantes ou diretamente ligados (Lanternas Verdes, por exemplo).

Além disso, viramos o país dos encadernados. Todos os meses, estão à nossa disposição, em bancas e lojas virtuais, muito mais livros do que alguém é capaz de ler. Até quando sustentaremos tamanho inchaço do mercado, só Odin sabe.

Comprei pouquíssimo em 2017 e meus destaques do ano foram:

BATMAN, de Tom King, na revista mensal.
GOTHAM DPGC, concluída em quatro volumes de capa dura.
NOVOS VINGADORES, de Jonathan Hickman, em encadernados.
SUPERMAN: ENTRE A FOICE E O MARTELO, relançamento sonhado há anos.

Acontecimento do ano: a chegada de Brian Michael Bendis à DC Comics.


CINEMA


Um ano de ótimas produções, em que tanto os estúdios tradicionais quanto os criadores de conteúdo para streaming (Netflix, Amazon, Hulu, entre outros) investiram com qualidade e variedade. 

Verdade que só vi este ano Moonlight e outros dos ótimos candidadatos ao último Oscar, mas são produções de 2016 - portanto, fora da lista a seguir.

Os dez melhores filmes que vi em 2017, em ordem alfabética:

Atômica
Baby Driver
Blade Runner 2049
Corra!
Fragmentado
Logan
Mulher-Maravilha
Planeta dos Macacos: A Guerra
Star Wars: Os Últimos Jedi
Terra Selvagem

Menção honrosa: Bingo, o Rei das Manhãs. Cinema nacional vive, pulsa e brilha.

Filmes importantes que eu não vi e poderiam ter mudado a lista: Dunkirk (Christopher Nolan) e Mãe! (Darren Aronofsky).

Acontecimento do ano: as denúncias de assédio sexual e/ou estupro que jogaram na lama os nomes de Harvey Weinstein, Louis CK e Kevin Spacey, entre muitos outros - e que parecem longe de chegar a um fim. Felizmente!

Um comentário:

Gerlande Diogo disse...

As denúncias de assédio sexual/estupro envolvendo Harvey Weinstein, Louis CK e Kevin Spacey, etc, foram as notícias mais vergonhosas do ano passado. Mostram como as pessoas mesmo diante de fama e poder podem ser tão pequenas