29/01/2008

Resuminho Panini/DC - Dezembro 2007

Resuminho Panini/DC - Dezembro 2007

Antes de qualquer coisa, um aviso: o amigo Luwig, do fodástico blog The Pulse, conversou comigo no MSN há poucos dias e pediu que avisasse ao seu fiel público que não perca as esperanças: depois de um período conturbado, as atividades do blog devem ser retomadas em breve. Continuem clicando, que a espera certamente há de valer a pena.

Pois bem, as revistas de janeiro já estão chegando, as de dezembro já nem se encontram mais nas bancas e o mês já se aproxima do fim. Melhor guardar forças para depois da folia de Momo, quando devem chegar as últimas edições de janeiro. Seja para farrear, descansar ou trabalhar, aproveite o seu carnaval e não ajude a engrossar as vergonhosas estatísticas de acidentes em nosso trânsito.
Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chame!

O meu preguiçoso resuminho de Dezembro ficou assim:

As três MELHORES histórias do mês:

1 - Liga da Justiça - "O Rastro do Tornado", parte 3
(roteiro de Brad Meltzer, arte de Ed Benes, publicada em
Liga da Justiça 61)

2 - Lanterna Verde - "Procurado: Hal Jordan", parte 4
(roteiro de Geoff Johns, arte de Ivan Reis, publicada em
Liga da Justiça 61)

3 - Superman Confidencial - "Kryptonita", parte 5
(roteiro de Darwyn Cooke, arte de Tim Sale, publicada em Superman 61)


As três PIORES histórias do mês:

1 - Renegados - "Cientistas Loucos", parte 2
(roteiro de Judd Winick, arte de Matthew Clark, publicada em
Novos Titãs 42)

2 - Flash - "Rápido Como Um Raio Engarrafado", parte 6
(roteiro de Bilson/Demeo, arte de Lashley/Smith, publicada em
Os Melhores do Mundo 6)

3 - Aves de Rapina - "Caçada", parte 4
(roteiro de Gail Simone, arte de James Raiz, publicada em
Novos Titãs 42)


Capa mais bonita do mês: Novos Titãs 42


Capa mais feia do mês: Batman Extra 6


23/01/2008

Rapidinhas

Rapidinhas

Cerca de 15 anos atrás, um jovem ator, River Phoenix (sim, irmão de Joaquin), batia as botas de forma estúpida e na flor da idade. Hoje, a História se repete com Heath Ledger, entupido de remédios para dormir. Tristeza pelo ex-futuro brilhante à parte, eu só consigo pensar em uma coisa: ainda bem que deu tempo de terminar as filmagens de The Dark Knight. Com um modelo de interpretação a seguir, será mais fácil encontrar um substituto para o papel do Coringa - que, dizem, não morre no filme.

De volta à academia, para me penitenciar pelos excessos de fim e início de ano, corria eu na esteira ergométrica, enquanto no DVD rolava um show da Beyoncé. Palco enorme, telão, dançarinos(as) sarados(as), luzes, fumaça e muita putaria softcore. Quando ela e suas "bioncetes" empinam a bunda para a platéia, como se a encarassem, a expressão "terceiro olho" faz todo sentido. Tem sua graça num primeiro instante, mas aí ela esquece que tem que cantar e fica só fazendo cara de biatch. Passados uns 20 minutos disso, eu só conseguia pensar uma coisa: Ô TROÇO CHATO!!!

Meu coração oitentista bateu mais forte essa semana, quando fiz download de toda a obra de João Penca & Seus Miquinhos Amestrados, com direito ao enrolado Sucesso do Inconsciente (1989), cujos direitos ficaram uns 15 anos nas mãos de um empresário picareta que sumiu com as masters, impedindo a edição em CD. Tem na comunidade Discografias do Orkut, e não há mau humor que resista a uma audição de "O Monstro Macho" ou "Cozinho de Noite".

Num voltinha pela Saraiva Mega Store de Salvador, deparei-me com o especial Mulher-Gato: Um Crime Perfeito, que rendeu fortes críticas à Panini, devido a seu alto preço (R$ 49,00). Havia uma edição fora do shrink. A capa cartonada é um pouco mais rígida que o habitual, tem orelhas, e o papel também é superior ao LWC, mas a gente bem que gostaria de passar sem esses luxos tolos e poder comprar a revista por uns R$ 25,00, que já tava passado de bom.

Finalmente preenchi um vácuo imenso em meu currículo de lazer: depois de mais de 15 anos tentando, em sucessivas locações devolvidas sem tê-lo assistido, eu vi O Último dos Moicanos (1992), de Michael Mann, em que Daniel Day-Lewis, para variar, brilha como um sol sobre o restante do elenco. Também vi Shrek Terceiro e demorei muito a dar uma risada. O filme padece de mediocridade, mas é salvo pela cena em que Branca de Neve canta "Immigrant Song", do Led Zeppelin. Yeah!

20/01/2008

Sieg Heil, meu rei!

Sieg Heil, meu rei!

A foto abaixo é da Praça J. J. Seabra, em Alagoinhas, cidade da Bahia onde resido, lá pela metade do século XX. Reparem na singela suástica nazista esculpida no gramado de um canteiro. Quem diria: Hitler tinha fãs baianos! Ou isso, ou o jardineiro, pobre em critérios, apenas que achou o símbolo era "massa" e ia ficar bonito no jardim...

15/01/2008

Saudosista, eu?

Saudosista, eu?

Hoje, em minha biblioteca de mp3, eu já possuo o dobro do máximo de álbuns completos que já consegui comprar em formato físico. No exato momento em que escrevo este post, são 456 álbuns (totalizando mais de 6.200 canções) e cerca de 300 canções avulsas.

Quem lê meus posts sobre música aqui no Catapop não deve ter dificuldade em identificar-me como um "viúvo" dos anos 80, período do qual, de fato, eu ainda acredito piamente que saiu boa parte das melhores canções que existem. No entanto, os critérios de organização proporcionados pelo Windows Media Player 11 revelam algumas curiosidades. A maior delas é que eu não sou tão saudosista quando aparento ou gostaria de ser: o ano com maior número de arquivos é 2006: são cerca de 32 horas de música, contra apenas 12 horas do ano de 1989, até agora o mais abundante daquela década mágica.


Pela ordem, são estes os 10 anos mais presentes em minha discoteca virtual:

2006 - 31,8 horas
1998 - 25,6 horas
2007 - 24,1 horas
1996 - 21,1 horas
1994 - 20,0 horas
2001 - 19,9 horas
1999 - 18,2 horas
1995 - 17,9 horas
2000 - 17,6 horas
1997 - 15,2 horas

Lembrem-se, porém, que na década de 90 e no começo da atual, os artistas achavam que precisavam lotar de música todos os 80 minutos disponíveis do CD. Desse modo, enquanto na década de 80 os discos costumavam ter de 10 a 12 faixas, nos anos seguintes este número saltou para de 15 a 18, em média. Hoje o número médio de faixas voltou a ser entre 10 e 12.

O cd simples com o maior número de faixas em minha coleção é Louder Than Bombs, dos Smiths, que tem 24 faixas e, no entanto, era um vinil duplo. The Carnival, de Wyclef Jean, também tem 24 faixas, mas várias delas são meras vinhetas. O menor é o EP Wide Awake In America, do U2, com 4 canções. Fora ele, que nem chega a ser um álbum, o título é do Transa, de Caetano Veloso, com meras 7 faixas.


O campeão absoluto de presença é o U2, com 16 discos (incluindo o supracitado EP e duas coletâneas), seguido por Queen e R.E.M., com 14 álbuns cada. Na outra ponta da escala, Secos & Molhados comparecem com os meros 30 minutos de seu álbum de estréia. 86 outros artistas contribuem com um único CD.

Para não ficar em dúvidas do tipo "isso é rock ou pop?", eu classifico os CDs em apenas três gêneros: Music BRA (116 horas), Music ENG (263 horas) e Music ESP (4,3 horas). No dia em que eu baixar um Serge Gainsbourg ou Charles Aznavour, vai ter o Music FRA. Pode pintar um Music ITA também, mas não espere que eu baixe um cd da Laura Pausini pra isso.

10 álbuns que nunca tive em CD e que hoje me orgulho em ter no HD:

A Letra A, Nando Reis
A Night At The Opera, Queen
Blue Lines, Massive Attack
Grace, Jeff Buckley
Murder Ballads, Nick Cave & The Bad Seeds
Painted From Memory, Elvis Costello & Burt Bacharach
Racional Vol. 1, Tim Maia
Ray Of Light, Madonna
Secos & Molhados, Secos & Molhados
Strangers Almanac - Whiskeytown